
Em 2014, Sam Parr vendia cachorro-quente numa barraca em Nashville.
Pão, salsicha, mostarda. Uma barraca de rua como qualquer outra.
O negócio quebrou.
Dois anos depois, sem dinheiro e sem plano B, ele começou a escrever um email diário sobre negócios e tecnologia.
Sem formação em jornalismo. Sem cargo em Wall Street. Sem experiência no mercado financeiro.
Um ex-vendedor de cachorro-quente escrevendo sobre startups para quem quisesse ler.
Em 2021, a HubSpot (empresa avaliada em mais de US$ 30 bilhões) comprou essa newsletter por quase US$ 30 milhões.
O nome dela: The Hustle.
1,5 milhão de inscritos. Construída do zero. Sem seguidores. Sem algoritmo. Sem rede social como motor principal.
Só email.
E a parte mais importante dessa história está no que Sam Parr entendeu antes de todo mundo.
O denominador comum

Pensa no que acontece quando você precisa de um cirurgião.
Você não agenda com o primeiro nome que aparece num Reels. Não escolhe pelo carrossel mais bonito. Não confia num Stories de 15 segundos.
Você quer alguém que já apareceu várias vezes no seu radar. Que explicou. Que mostrou que entende. Que construiu, aos poucos, uma coisa que nenhum algoritmo fabrica: confiança.
Agora, troque o cirurgião por um arquiteto. Um consultor financeiro. Um especialista em crypto. Um chef que vende curso de confeitaria.
O produto muda. O mecanismo é o mesmo.
Toda venda que exige confiança antes da compra funciona melhor dentro de uma caixa de entrada.
Porque a caixa de entrada é o único lugar da internet onde você aparece toda semana, sem pedir licença ao algoritmo, sem disputar atenção com mais 300 posts, sem depender de sorte.
É presença repetida. E presença repetida constrói confiança.
Aqui na News Makers, atendemos médicos, arquitetos, especialistas em IA, profissionais de gastronomia, consultores de investimento, empresas de SaaS. Nichos que parecem não ter nada em comum.
Mas todos compartilham o mesmo denominador: vendem algo que exige confiança. E todos descobriram que o email constrói essa confiança mais rápido que qualquer outra plataforma.
A ilusão do nicho errado

A frase que mais ouvimos quando alguém descobre o que fazemos:
"Mas será que newsletter funciona no meu nicho?"
Gastronomia? Parece coisa de blog. Arquitetura? Técnico demais. Medicina? Restrito. Crypto? Volátil. Desenvolvimento humano? Abstrato.
Sempre tem uma razão para achar que o seu nicho é a exceção.
Esse pensamento mata mais newsletters do que qualquer problema de entregabilidade.
Quando Colombo saiu da Espanha, todo mundo olhava para o oceano e via um obstáculo. Colombo olhou para o mesmo oceano e viu um caminho.
A mesma coisa acontece com nichos que parecem "difíceis" para newsletter.
O nicho que parece complicado demais geralmente é o que tem menos concorrência na caixa de entrada e mais fome por conteúdo de qualidade.
Quantos arquitetos você conhece que mandam uma newsletter semanal? Quantos médicos? Quantos chefs?
Pouquíssimos.
Agora, quantos desses profissionais têm clientes que adorariam receber um email semanal com conteúdo útil, curado, direto ao ponto?
Quase todos.
A caixa de entrada do seu cliente está lotada de promoções genéricas e spam corporativo. Quando chega um email com conhecimento real, escrito por alguém que entende do assunto, ele se destaca como um farol no meio do nevoeiro.
Cada R$ 1 investido em email marketing gera R$ 36 de retorno. Esse dado não vem de um nicho específico. Vem da média global. Funciona em SaaS. Funciona em educação. Funciona em gastronomia. Funciona em medicina.
O problema nunca foi o nicho.
Foi a crença de que o nicho era o problema.
A mesma engrenagem

Um motor a gasolina e um motor a etanol funcionam pelo mesmo princípio. Combustão interna. Pistões. Energia.
O combustível muda. A engenharia é idêntica.
Newsletter funciona assim.
O sistema por trás de uma newsletter lucrativa é sempre o mesmo: captação, conexão e conversão. Três engrenagens. Três fases. Um motor.
A primeira engrenagem traz gente para dentro da sua lista. A segunda transforma esse inscrito em leitor fiel. A terceira transforma leitor fiel em cliente.
Captação. Conexão. Conversão.
O que muda de nicho para nicho é o combustível: o tipo de conhecimento que você coloca dentro do motor.
Um especialista em crypto alimenta a engrenagem com análises de mercado e tendências. Uma médica cirurgiã alimenta com educação sobre procedimentos e cuidados. Um chef alimenta com técnicas, bastidores e receitas que ninguém encontra no Google.
Combustíveis completamente diferentes. Engrenagem idêntica.
É por isso que o mesmo método funciona para uma empresa de SaaS e para um consultor de investimentos. Para um treinador de palestrantes e para uma loja de arquitetura.
O motor não muda., o combustível sim.
Esta é a parte que a maioria ignora: você já tem o combustível.
Anos de experiência. Conhecimento acumulado. Histórias. Casos. Resultados. Tudo isso já existe dentro de você.
O que falta é a engrenagem certa para transformar esse combustível em receita. Toda semana, de forma previsível.
Seu conhecimento parado na sua cabeça vale zero. Seu conhecimento organizado dentro de um sistema que chega na caixa de entrada do cliente certo, toda semana, vale uma fortuna.
O que Sam Parr entendeu

Quando Sam Parr começou o The Hustle, o nicho de notícias de negócios já tinha donos. Bloomberg. Wall Street Journal. Financial Times. Gigantes com décadas de história, redações enormes e milhões de dólares em infraestrutura.
Qualquer pessoa sensata olharia para esse cenário e diria: "não tem espaço."
Sam Parr olhou para o mesmo cenário e percebeu algo.
Todos esses gigantes disputavam o mesmo território: portais, sites, redes sociais. Bilhões de dólares competindo pelos mesmos cliques, nos mesmos lugares, pelas mesmas regras.
A caixa de entrada estava vazia.
Ninguém estava escrevendo sobre negócios de um jeito direto, irreverente, como um amigo que te conta as novidades no bar. Ninguém estava fazendo isso por email, todo dia, de graça.
Sam Parr entendeu que o canal mais ignorado era o mais valioso.
E construiu um negócio de US$ 30 milhões em cima dessa percepção.
O mesmo vale para o seu nicho.
Pode ter mil concorrentes no Instagram. Mil perfis disputando o mesmo feed, o mesmo algoritmo, a mesma atenção fragmentada.
Mas quantos deles estão na caixa de entrada do seu cliente toda semana?
Provavelmente zero.
Esse espaço vazio está esperando alguém que tenha conhecimento, consistência e um sistema para transformar presença em receita.
O próximo The Hustle pode ser sobre arquitetura, medicina ou gastronomia. A única coisa que falta é alguém sentar e escrever o primeiro email.
Grande abraço,
Como você avalia a newsletter de hoje?
Sobre a News Makers
A News Makers é a primeira agência especializada em Newsletters e FuNews® de vendas inteligentes no Brasil.
Geramos R$ 200+ milhões em vendas por meio de estratégias comprovadas de captação, conexão e conversão.
Fundada por Henrique Carvalho e Lucas Antonio, atendeu até hoje mais de 10 grandes players do mercado digital, como Alan Nicolas, Bruno Picinini, Marcelo Germano (EAG) e Tathi Deândhela, que juntos somam mais de 100 milhões em faturamento anual.
