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O clique em cancelar abre uma tela com três botões. Pausar por trinta dias, receber só o resumo da semana, ou sair de vez, os três do mesmo tamanho, na mesma cor de fundo, com um clique cada.
Botão de saída menor, ou escondido atrás de outra tela, vira reclamação de spam. A tela do meio só se sustenta enquanto a porta continua do tamanho das outras.
A pausa volta sozinha na data marcada. O botão mostra o dia exato do retorno antes do clique, e no trigésimo dia o envio diário recomeça sem o leitor tocar em nada.
Pausa que exige o leitor voltar pra reativar é cancelamento com prazo. O trabalho de lembrar fica com o sistema, nunca com quem pediu descanso.
O resumo da semana é uma lista de verdade. Sai no sábado de manhã, com um parágrafo e o link de cada uma das cinco edições da semana.
Etiqueta que marca o assinante e não muda o envio não é opção nova, é a mesma coisa com nome diferente. A promessa da tela precisa existir na caixa de entrada.
Cada escolha tem etiqueta própria no banco. Pausado, semanal e cancelado são três estados diferentes, cada um com data de entrada e data de saída.
Estado sem etiqueta não aparece no relatório e não é decidido por ninguém. Foi a etiqueta que deixou a bancada esperar sessenta dias e contar quem voltou a abrir.
O motivo é perguntado depois da escolha, em um toque. Três opções na tela seguinte: volume demais, não é o momento, o assunto não serve mais.
A resposta subiu de quatro por cento pra trinta e oito. Pergunta feita antes de a porta fechar tem resposta, pergunta feita depois é recado no vazio.
A sequência de reconquista saiu do cancelamento. Quem escolhe sair de vez não recebe mais nada, nem mensagem de despedida com botão de voltar.
Sobrou o aviso na véspera do fim da pausa, com um link pra estender ou encerrar. Ele vai pra quem pediu pausa, nunca pra quem pediu saída.
O leitor pausado continua contando na fatura. Trezentos e oitenta e sete endereços parados custaram cento e dezesseis reais de hospedagem no mês da pausa.
Duzentos e trinta e um deles voltaram a abrir. Repor essa gente pela captação paga custaria quinhentos e cinquenta e quatro reais, contra cento e dezesseis de hospedagem parada.
A pausa não é gentileza com quem quer sair, é a única forma de separar cansaço de volume de desinteresse pelo assunto, e cada um dos dois pede uma resposta diferente da casa. |
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