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II. O contrato honesto
A correção foi definir uma ordem de captura explícita, do sinal mais confiável pro menos confiável. O formulário só desce um degrau quando o degrau de cima está vazio.
Primeiro: parâmetros da URL no load. Se a página carregou com utm_source, utm_medium e utm_campaign, essa é a origem. Ponto. É o sinal mais explícito que existe, porque alguém marcou aquele link de propósito.
Segundo: o referer. Sem UTM, a gente olha de onde o navegador disse que o visitante veio. Instagram, Google, um portal que linkou a gente. É menos preciso que UTM, mas é um sinal real.
Terceiro: o click-id da plataforma. Sobrou só um fbclid ou gclid pendurado na URL? Lead com fbclid e sem UTM, a gente infere Meta como origem. A plataforma carimbou o clique mesmo quando alguém esqueceu de marcar o link.
Quarto: direct assumido. Esgotou tudo, o lead vira "direct". E direct honesto vale mais que "site" inventado, porque ele declara abertamente: a gente sabe que esse lead chegou, e ainda quer descobrir por onde.
Dois detalhes de implementação pagam o trabalho inteiro. A captura acontece no primeiro load e fica guardada no navegador por 30 dias, em localStorage: se o visitante chega hoje pelo anúncio e só se cadastra na quinta, a origem sobrevive. E vale o último toque com sinal: voltou depois por outro link marcado, conta o mais recente.
O segundo detalhe: fbclid e gclid viram campos customizados no provedor de email. Esse é o pulo que fecha o ciclo. Meses depois, quando o assinante compra alguma coisa, dá pra casar a venda com o anúncio específico que trouxe ele. Sem isso, atribuição de venda em newsletter é chute educado.
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